sábado, 25 de julho de 2015

E se em todas as manhãs...

...Você apenas pudesse ter alguém para uma agradável conversa, acordaria mais disposto e nem sentiria mais sono. Já reparou que a maioria das vezes que você "acorda mal", é por conta de alguma discussão matinal que teve logo após sair da cama? Por um mundo em que possamos ter conversas agradáveis como despertador. :D

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Nova animação da Disney.




Universidade Monstros recomendo totalmente. Um filme que chega a ser triste, mostrando como que uma pessoa que tem um bruto dum sonho e dá tudo de si pra alcançá-lo, infelizmente quando finalmente chega bem perto e vê que não vai dar certo MESMO, precisa se acalmar... E tentar outra coisa... Porque seu lugar não era ali de verdade, mas você pode usar seus conhecimentos pra pelo menos chegar um pouco perto e poder observar outros fazendo o que você queria fazer. Dá pra entender que você precisa ser mais maleável com os seus sonhos, não ficar tão incrustado com uma coisa só, você precisa ter outras possibilidades, porque o mundo é muito cruel, e você mais do que tudo, precisa sobreviver à ele.

See ya.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Hoje eu tava pensando...

... Que ultimamente tava me sentindo meio estranha, incompleta. Quando você tem algum hobbie como dançar, escrever, desenhar, você nunca está sozinho, então se você tem ao menos uma dessas (ou alguma outra da sua escolha), e ainda assim se sente incompleto, que alguma coisa está faltando, é porque talvez você tenha se perdido entre sonhos e realizações.
Outra coisa que você tem que tomar muito cuidado é com o costume. Você as vezes se distrai com alguma coisa e acaba se perdendo pois ficou muito tempo nessa distração.

Hoje em dia tá um tal de você estar conversando normalmente com a pessoa, e do nada ela manda em você, tenta te fazer alguma coisa que você não quer, sutilmente exige que você faça alguma coisa por ela, o famoso "abusadinho". Ou seja, uma pessoa que quer o que quer, e seus limites vão além do seu horizonte. E você se lembra só de uma coisa. De você mesmo. E do jeito que você age. Você acorda não pensando em nada além de um pedaço de pão com leite, e ler algumas coisas que te ajude no serviço ou faculdade, deseja bom dia pra qualquer um que passe na sua frente, bate a fominha, come uma maçã, pensa em coisas pra comer no dia, pensa em coisas pra fazer pra se distrair, se exercitar, manter contato com as pessoas, independente de conhecidas ou não. Você naturalmente sai pra rua, sem sorriso no rosto, só normal, e quando qualquer coisa acontece, seja conversar com uma pessoa, encontrar um animalzinho, você sempre tenta fazer com que as coisas simplesmente sejam... Normais. E de preferência felizes. Queria ainda saber daonde que surgiu essa "escola" que ensina essa galera a sair nas ruas e achar que qualquer coisa que não saia do jeito que elas querem, precisa ser necessariamente tratada como algo ruim, e usar em sua defesa o deboche. Garoto, garota, as coisas não saírem do jeito que você quer, é normal, ok? Lida com isso e bola pra frente, para de acumular as suas "PERDAS", joga isso fora e vira gente.


sexta-feira, 26 de abril de 2013

Se eu pudesse ler o futuro...

... A primeira coisa que eu ia procurar é se os professores brasileiros iam começar a entender a verdadeira forma de ensinar.
Vou falar do ponto de vista de uma pessoa que vivenciou isso. Quando iniciei meu curso de Matemática, eu nunca pensei que uma licenciatura ia ser tão diferente de um bacharel. Até o fim do primeiro ano, com nenhuma matéria me dizendo que eu teria que ensinar, eu estava bem. No segundo ano, quando tive Psicologia, a professora começou sutilmente a falar algumas coisas de termos que saber ensinar... E que seria legal que fôssemos professores... Quando ela pediu para que cada um dentro da sala dissesse o que ia fazer com a faculdade, em seu futuro. Um por um, falando a mesma palavra. "Professor". E só eu. "Eu.... Eu não sei, mas professora acho que não vou ser." No que foi seguido de um olhar de pena da professora dizendo "Mas seria bom se fosse."

Hey espera um momento aí. Ser professor pra mim, sempre foi uma profissão de extrema responsabilidade, não é para uma menina que mal consegue fazer umas contas pra passar por média nas disciplinas, sair ensinando crianças que serão o futuro do país. Eu senti meia tonelada de tijolos nas costas, e foi que foi, que acabei saindo do curso. Eu não quis tomar essa Irresponsabilidade pra mim. "Mas você podia ter terminado o curso e ter feito qualquer outra coisa". Concordo, mas surgiu o problema do estágio em que você obrigatoriamente ia ter que dar aulas pras crianças, e veio a tona de novo. "Mal sei fazer pra mim". Um pouco antes depois de entrar pra faculdade de matemática, a irmã de uma amiga me pediu pra ensinar umas coisas de trigonometria. Não deu nem pro começo, eu sabia exatamente como fazer aquele treco, mas quando abri a boca pra explicar pra ela, nada saiu. Ser professor é ter um dom. Ainda mais de matemática.

Aonde quero chegar com tudo isso, é que muitas pessoas tem essa ideia de fazer qualquer faculdade, só por ter uma, pensando em passar em algum concurso, ou ser contratado em alguma empresa depois que se formar, e como isso não acontece, usam essa Licenciatura pra arrumar um emprego fácil. E como não é o que essa pessoa queria fazer, maltrata os alunos, ensina de qualquer jeito (porque ela mal sabe fazer pra ela mesma, como vai passar pros outros?), pega questões ridículas da internet pra por em provas que nem ela sabe resolver, e ferra com os alunos em todos os sentidos, tanto os reprovando injustamente, quanto não ensinando o que era pra ensinar.

De todos os professores que eu tive, que não foram poucos se você considerar o Jardim de Infância até o 3 Colegial, eu posso contar nos dedos de uma das mãos a quantidade de professores fantásticos que eu tive e que me ensinaram coisas que eu lembro até hoje. Dois de história, uma de português e... Só. Tem a quem culpar? Há culpados demais. Tem como resolver? Tem. É demorado? É. Quando vai começar? Quem sabe. Exemplo, parceria e boa vontade é o que não falta. Só seria bem legal se o mínimo do mínimo fizesse sua parte como eu fiz, e lascasse fora de um curso de imensa responsabilidade educacional que não compete ao teu intelecto e emocional. Faz o que vai ser melhor pra você e pras outras pessoas também, larga de ser egoísta, que vai que fazendo uma faculdade bacana e diferente você encontra professores, pessoas e ideias que te ajudem a encontrar um emprego que vai te fazer feliz e te incluir dum jeito mais legal na sociedade.

E as pessoas que escolheram o caminho contrário, um muito obrigado por até hoje prejudicarem pessoas como eu que precisam de um professor para direcionar o estudo, e se decepcionam sempre, e tem muita dificuldade (mesmo não sendo impossível), de ir procurar um livro por si mesmos e estudar sem a melhor coisa que existe e sempre existiu: Um Professor.

Sua vida.


Pense em como você viveu a sua vida até o dia de hoje. E de repente você finalmente consegue realizar um daqueles sonhos que você quis por muito tempo. E pra isso você precisa abdicar de outras coisas que você se acostumou a ter ao longo do tempo. Quando você fala de objetos, pelo menos na minha opinião, a coisa se torna muito mais simples. De emoções e sentimentos, o processo de "acostumação" vai de cada ser humano, o que pode ser complicado ou não. Estou nessa no momento.

Meu sonho sempre foi viajar, conhecer outros lugares, aprender sobre culturas diferentes, aprender o máximo de línguas diferentes possíveis, parecendo ser a maior especialista do mundo em línguas. Lá fui eu desde pequena procurar coisas em inglês, francês, espanhol, italiano,  e me achando a bãn-bãn-bãn porque conseguia ler rótulo de shampoo. Até que não era tão ruim, em inglês pelo menos, eu conseguia ler alguns testículos, nessas outras línguas eu entendia algumas coisas em filmes, algumas palavrinhas em textos e assim por diante. Foi crescer, e me decepcionar de não ser uma poliglota. De outra língua mesmo só inglês, e olhe lá que ainda falta e talvez sempre faltará alguma coisa (nada demais, normal), e só arranho algumas frases de outras línguas, bem rasgado na garganta, mas beleza, isso também fui aprendendo que é normal, sou apenas um ser humano comum com outras qualidades que não estas, e isto não tem nada demais.

Fora isso, de importante em relação a emoção, é que eu me acostumei a ficar sozinha. Péssima ideia. Desde muito pequena, era alguém gritar comigo, ou brigar, xingar, bater, eu ou respondia e saía de perto, ou não respondia e saía de perto mesmo assim. E nisso chegou o momento de entrar pra minha faculdade de Turismo. Depois de ter tentando fazer outras duas faculdades, cheguei a conclusão que ia era ter que fazer os trabalhos sozinha, ver os avisos e extras dos professores por mim mesma, e largar mão da "colegaiada" que sempre só sabia atrapalhar a aula sempre toda hora, 8 horas por dia. Até aí tudo bem. Só que entrei pro curso e quase caio de costas que não só os colegas, conversavam de uma forma legal, se interessavam pelo que eu também queria e todos os trabalhos são em grupo. Obrigatoriamente em grupo, porque um turismólogo precisa aprender a trabalhar em equipe. Fiquei maravilhada, pessoa mais feliz da Terra, estudando o que queria, com pessoas legais, e sendo muito bem "atendida" por professores que se incomodavam como você estava, se os estudos iam bem, e se estávamos aprendendo. Deliciosamente "fácil". Trabalhosos. Mas fácil. O ano foi pontuado por umas poucas discussões, aquelas que eu tanto detesto, e que mudam a convivência com o ser humano que você está lidando. Tenho sorte. Mesmo com estas discussões as coisas não mudaram, tudo continuou bem, mas estas pessoas acabaram desistindo do curso... Não pude deixar de pensar que ainda bem que isso aconteceu, porque o problema não se repetiria. 

Este ano já está diferente. Tudo mais quieto... Mais sombrio... De certa forma mais difícil para os outros... Vou levando. E gostando cada vez mais. Essa semana mudou uma coisinha. Uma pessoa ali dentro começou a... Diria... "Botar a asinha de fora". Só pra mim. Excepcionalmente só para mim. Com professores, e outros colegas, a pessoa continua o que sempre foi. Mas na hora de botar a boca no trombone, o negócio é sentar comigo. "E se eu estivesse falando com outra pessoa não estaria falando assim. Claro que não." Juro que não respondi mais nada. Com mais dois anos tendo que conviver com a pessoa, que sei que não vai desistir do curso? Não dá pra discutir. É nessa hora que vem a tal da ética profissional e estudantil. Mas não pense que minha orelha é penico, já falei pra essa pessoa que não é. E a coisa melhorou, a latrina não está mais puxando descarga dentro da minha cavidade orelhal. Mas vou ter que me atrever a falar um egoísmo. Por favor, tempo, passe, que eu quero me acostumar assim como me acostumei com outras coisas, zelando pelo meu conforto mental.